








Descrição Parfums De Marly Palatine
Cabeça Os chamados tons altos - imediato após a aplicação. Fornecem a primeira sensação e por regra são muito intensos, desaparecem muito rápido. | pêra, bergamota, maçã vermelha |
Corpo Os chamados tons médios-chegam ao coração em poucos minutos, após abrandarem a cabeça. Por norma duram entre 2 -3 horas. | violeta, lavanda |
Base Os chamados tons baixos-é a última fase do perfume. Tem a duração de aproximadamente 4 horas, mas poderá durar todo o dia. | almíscar, madeira de sândalo, patchouli, baunilha |
| Tipo de fragrância | frutado, floral, gourmand |
| Concentração do componente aromático | eau de parfum |
Uma fragrância que lhe dá a confiança de uma aristocrata
Sofisticada mas gourmet, discreta mas também vibrante, mas acima de tudo audaz. A eau de parfum Palatine de Parfums De Marly é uma interpretação moderna da elegância feminina, na qual se misturam notas florais e em pó com refrescantes acordes frutados. Inspirada numa princesa distinta do século XVIII, traz do passado não só a personalidade feminina da história, mas também o aroma das flores de violeta.
- fragrância floral-amadeirada com um toque de almíscar
- homenageia a princesa Elisabeth Charlotte da Baviera
- lançada em 2024
Composição da fragrância:
Palatine abre a sua frescura com notas de pêra, bergamota e tangerina que despertam os sentidos. O coração da fragrância é um ramo intenso de violeta e lavanda que conferem à composição um caráter singular e corajoso. A composição da fragrância transforma-se na base em notas de pó delicadas de almíscar, sândalo cremoso, patchouli e baunilha doce, deixando uma sensação sensual e duradoura na pele.
História da fragrância:
A eau de parfum Palatine nasceu como uma homenagem à princesa «do Palatinado» - uma mulher de espírito livre cuja paixão pelo Iluminismo inspirou a criação de uma fragrância de coragem e liberdade feminina. Com a sua ousadia e caráter vibrante, a fragrância Palatine simboliza a feminilidade moderna. Foi concebida de forma a encorajar a confiança e a aceitação da sua própria singularidade.


