Desfrute do verão e acabe com a alergia ao sol!

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Em geral, os dias ensolarados de verão são sinónimo de descontração, divertimento e estadias ao ar livre. Mas não é apenas a fotossensibilidade, ou seja, a alergia ao sol, que se manifesta através de erupções, urticária ou pequenas bolhas na pele. Estes sintomas são dolorosos e desconfortáveis. Leia o nosso artigo e aprenda mais sobre a alergia ao sol.

Infelizmente, não existem medicamentos milagrosos que curem a fotossensibilidade de uma vez por todas. A única abordagem é a prevenção. E pode ter a certeza que, se seguir algumas recomendações básicas, pode evitar reações alérgicas com eficácia!

O que causa a alergia ao sol?

A fotossensibilidade é uma reação do sistema imunológico à exposição da pele aos raios UVA e UVB e afeta principalmente as mulheres, cuja maioria se situa entre os 15 e 35 anos. No entanto, a luz solar não é a única causa:

  • Fator genético: alguém da sua família sofre de fotossensibilidade? Isso significa que há uma grande probabilidade de ter reações alérgicas à exposição solar.
  • Alimentos: está comprovado que há alimentos que podem causar forte alergia ao sol, como aipo, figo, lima, pastinaca ou hipericão.
  • Cosméticos: É bom conhecer os componentes dos produtos cosméticos que costuma aplicar na pele, porque alguns deles, em combinação com a exposição solar, podem provocar sintomas desagradáveis de alergia solar. Evite sobretudo ácidos AHA e BHA, peróxido de benzoílo, óleos essenciais ou retinol.
  • Medicamentos: entre os medicamentos que aumentam a sensibilidade da pele à luz solar temos os contracetivos orais ou tetraciclinas. Por isso, antes de se expor ao sol, leia com atenção a bula do medicamento que toma ou informe-se sobre os possíveis riscos numa farmácia.

Quais os tipos mais frequentes de alergia ao sol?

A manifestação mais comum da alergia ao sol é a erupção polimorfa solar que ocorre principalmente na primavera quando a pele começa a estar exposta ao sol com mais frequência. Outro tipo, menos frequente, é a dermatite fotoalérgica com predisposição genética, causada pela combinação de várias causas: raios UV, cosméticos, alimentos ou medicamentos de risco. Outra reação frequente é a acne Mallorca que, à primeira vista, parece ser acne inflamatória.

Quais os sintomas mais frequentes da alergia ao sol?

Na maioria dos casos, as manifestações da alergia ao sol são óbvias, mas, por vezes, é necessário fazer testes de sangue ou fototestes para diagnosticar que tipo de alergia se trata. É recomendável procurar um dermatologista assim que aparecerem os primeiros sinais de fotossensibilidade, como:

  • vermelhidão ou prurido na pele
  • sensação de queimadura na pele, rachaduras ou descamação da pele
  • pequenas vesículas, borbulhas ou urticária

O que ajuda mais a evitar a alergia ao sol?

Prevenção, prevenção e, mais uma vez, prevenção.

  • Se possível, evite a exposição solar entre as 10 e 16 horas, quando os raios solares são mais fortes.
  • Dê preferência às sombras, por exemplo, resguarde-se debaixo de um guarda-sol.
  • Vista camisolas de manga comprida e calças compridas.
  • De duas em duas horas, aplique um protetor solar, de preferência, para pele intolerante ao sol, nas zonas não cobertas do corpo.
  • Consuma com frequência alimentos ricos em vitamina D, como abacate, cogumelos, fígado, manga, peixe ou ovos.
  • Aposte também no betacaroteno que reforça as defesas da pele e que está presente na batata-doce, cenoura, abóbora ou espinafre.
  • Para que a pele não fique ressequida, é essencial beber bastantes líquidos, especialmente água, e aplicar com frequência cremes hidratantes. Assim, a pele fica mais protegida contra as reações alérgicas ao sol.

A nossa SUGESTÃO: procura um produto que reduza também os sintomas da alergia durante os meses com menos sol? Descubra o gel cremoso Ladival Allergic com FPS 25 e, no verão, aplique regularmente produtos com FPS 50+.

Como evitar reações alérgicas no verão?

É simples. Não saia sem aplicar um protetor solar com um fator de proteção elevado e repita a aplicação regularmente. Opte por um creme que acalme também a pele.

Loção solar para pele sensível

A sua pele já está vermelha e irritada? Aplique o leite solar Lancaster Sun Sensitive Soothing Milk que acalma a pele com eficácia e, graças à tecnologia Full Light, protege 100 % contra os raios solares, prevenindo a formação de rugas e manchas de pigmentação.

Protetores solares para quem sofre de alergia ao sol

Inspire-se nas nossas sugestões e escolha o protetor que mais lhe convém. Prefere um protetor solar tradicional que cuide da pele alérgica ao sol? Experimente o gel cremoso Eucerin Sun Allergy Protect! E, se prefere um produto em spray, vai gostar sem dúvida do protetor solar Ladival Allergic.

A nossa SUGESTÃO: a alergia ao sol afeta também as crianças e causa-lhes muitos incómodos. Aplique o gel cremoso à prova de água Ladival Kids e mime-se sem preocupações sempre que estiver ao sol.

Cuidados calmantes pós-solar

Aplicar regularmente um protetor solar é o passo essencial na prevenção da alergia ao sol, mas não o último. Assim que regressar a casa, proporcione à pele uma boa dose de hidratação, por exemplo, com a névoa apaziguadora Bioderma Photoderm After Sun SOS.

Pré-base leve para o verão

Está preocupada com eventuais sintomas de alergia ao sol no rosto? Com o cuidado Bioderma Cicabio, enriquecido com cobre e zinco, que promove a regeneração da pele, minimiza o risco de alergia de modo significativo. E, uma vez que tem o FPS 50+, pode também servir de pré-base perfeita.

Deixe de preocupar-se com a alergia solar e desfrute ao máximo do sol com os cuidados certos!

 

Autora: Teresa Almeida